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Cerca de 22 Entidades civis, associações e sindicatos pedem urgência no julgamento de Gleide Santos

25/05/2015 às 11:21 em Política

O caos administrativo instalado no município levaram as mais representativas entidades Açailandenses a pedirem celeridade na analise e julgamento de processos contra a gestora.

GleideA truculência, a perseguição política, o desalento, a desesperança parecem ter tirado do Açailandenses sonho de ver e viver numa cidade melhor. O pior caos administrativo vivenciado pelo município em seus quase 34 anos de emancipação politica administrativa, superando inclusive o “abril negro” de Deusdete Sampaio nos idos ano 2000, e em janeiro de 2002 quando houve em menos de 30 dias a troca de 7 prefeitos, tomou conta não só da prefeitura municipal de Açailândia, como também de toda a sociedade.

O que se vê pelos quatro cantos da cidade, é revolta, indignação, insatisfação, arrependimentos e em muitos casos desespero, pelas práticas nefastas de um governo ditador, autoritário e desumano. É lamentável observar o completo desrespeito às autoridades constituídas e às instituições, tal como praticados pela gestora pública do município Srª Gleide Lima Santos, que em completo arrepio às leis e à justiça impregna uma forma de governar que deixa perplexo qualquer cidadão que detenha o menor senso crítico e de entendimento.

Indignados e revoltados pelo caos político, econômico e social que se instalou no município, beirando o estado de anarquia, entidades civis representativas da sociedade Açailandense, resolveram publica e oficialmente se manifestarem frente “ás mazelas, ilicitudes e desmandos praticados pela prefeita Gleide Lima Santos”.

O rol de entidades superou a marca de duas dezenas, citando – as: Centro de Defesa da Vida e dos Direito Humanos; Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Açailândia; Subseção de Açailândia da Ordem dos Advogados do Brasil; Instituto Social da Cidadania Juscelino Kubitschek; Clube de Mães de Açailândia; Conselho Tutelar de Açailândia; Sindicato dos Trabalhadores Metalúrgicos de Açailândia; Associação dos Moradores de Açailândia; Associação dos Deficientes de Açailândia; Associação Comunitária dos Moradores do Bairro do Jacu; Associação Rural do Assentamento Sudelândia; Associação dos Bares de Açailândia; Associação dos Moradores de Pequiá de Baixo; Associação Comunitária do Bairro Laranjeira; Associação dos Concessionários em Estabelecimentos do Município de Açailândia; Associação Comercial Grupo ACOPRAS; Centro Comunitário Frei Tito Alencar; Missionários Combonianos – Pequiá; Associação Rádio Comunitária Açailândia; Sindicato dos Bancários do Maranhão, Núcleo de Açailândia e Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica das redes Públicas Estaduais e Municipais do Estado do Maranhão.

Com expediente enviado ao Titular da 1ª Vara Pública de Açailândia Juiz Ângelo Antônio Alencar dos Santos, as entidades mais representativas do município conclamam o Poder Judiciário, o Ministério Publico e o Poder Legislativo a se irmanarem e conter as negligências e as improbidades administrativas patrocinadas pela atual gestora do município.

Em sua publicação intitulada “Grito por Açailândia” as citadas entidades esbravejam em alto e bom som toda a indignação e revolta latente no seio da sociedade, frente ao que consideram uma verdadeira obstinação da negligência do trato com os recursos públicos. “São milhões e milhões de reais de recursos públicos desviados do seu destino natural, ou gastos de forma incompetente; dinheiro arrecadado de um povo honesto e trabalhador, na forma de pesados tributos”.

No relato efetivado com poderio de linguística e boa argumentação jurídica, a poderosa e impactante “nota da sociedade” clama inclusive pela preservação da independência e harmonia dos poderes, atribuindo à interferência judicial, o insucesso e o arquivamento de uma Comissão Processante instaurada no Legislativo municipal, com o objetivo de apurar as graves denúncias efetivadas contra Gleide Santos.

Servindo de um marco, por se tratar de um documento assinados pelas maiores e mais importantes entidades da sociedade civil Açailandenses, a citada nota finaliza-se exortando os Senhores Julgadores, Juízes e Vereadores: “os fatos praticados por esta administração são impagáveis e, lamentavelmente, maculam a imagem do poder público municipal e a sociedade de Açailândia em particular, e a maranhense em geral e que são, reiteradamente, afirmados por quem esteve no âmago, no mais íntimo de todos esses fatos. Por esta razão, aguarda-se, com certa ansiedade, o desfecho das atitudes dos senhores, com tal transparência, isenção e imparcialidade, lembrando que o interesse não é apenas deste movimento cívico, do Poder Judiciário ou da Câmara Municipal, mas de todos que moram, trabalham e lutam por uma Açailândia mais forte, justa e humana”.

Fonte: Jornal do Maranhão

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