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Mãe de prefeito de Tucuruí é presa por envolvimento em assassinato

31/10/2017 às 10:16 em Polícia

Josenilde Silva Brito (53), mãe de Arthur Brito, prefeito de Tucuruí, teve prisão preventiva por 30 dias decretada nesta segunda-feira (30), pelo juiz José Leonardo, da Vara Criminal do município.

jones-william-prefeitoO juiz José Leonardo Frota de Vasconcellos Dias, da Vara Criminal da Comarca de Tucuruí, decretou nesta segunda-feira (30), a prisão temporária por 30 dias de Josenilde Silva Brito (53), suspeita de envolvimento no assassinato do prefeito Jones William, 42 anos, em julho de 2017. De acordo com a decisão do juiz, prisão
é necessária para apurar os crimes de homicídio e associação criminosa.

Josenilde Silva Brito é mãe do atual prefeito de Tucuruí, Arthur Brito, e foi conduzida para depor sobre o assassinato de Jones William, que foi morto a tiros enquanto vistoriava uma obra para tapar buracos em uma estrada da Tucuruí. Após o depoimento, a suspeita está sendo trazida para o Centro de Recuperação Feminino de Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

Além de Josenilde, um homem também foi preso na ação, mas não teve a identidade divulgada, durante o cumprimento de 10 mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva nesta segunda-feira. Oito pessoas também foram levadas para prestar esclarecimento na delegacia da cidade porque tiveram os nomes citados nas investigações.

“Nem todo mundo que foi conduzido coercitivamente futuramente será réu no processo. Mas se está sendo conduzido é porque o nome surgiu como sendo importante, pelo menos, na prestação de informação para o estado”, disse o promotor de justiça Charles Teixeira.

Em setembro deste ano, Bruno Marcos, suspeito de atirar contra o prefeito Jones William, foi preso no aeroporto de Belém, momentos antes de embarcar rumo a São Paulo. O homem que teria conduzido a moto foi detido. De acordo com a Polícia, as investigações para identificar os mandantes do crime continuam.

Jones William era investigado pelo Ministério Público do Pará por suspeita de fechar contratos ilegais da Prefeitura para beneficiar cinco empresas da região.

Do G1

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