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Francisca Primo faz pronunciamento em defesa de crianças e adolescentes de Buriticupu

01/03/2018 às 09:13 em Política
Francisca Primo

Deputada Estadual Francisca Primo (PCdoB). Foto: Divulgação

Em seu discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, na manhã da última quarta-feira (28), a deputada estadual Francisca Primo (PCdoB) se pronunciou sobre  a situação em que se encontra o Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (FMDCA), em Buriticupu – MA.

O caso se tornou público através das denúncias que chegaram à TV Mirante, em reportagem exibida no Bom dia Mirante na manhã de ontem (quarta-feira), onde o secretário municipal de governo, Sr. Jailson Soares informa que o município não está repassando o recurso para o FMDCA.

Segundo o secretário Jailson Soares, o recurso só será liberado após a nova eleição para escolha do novo presidente, que acontecerá no mês de março, mas o repasse só vai acontecer em abril após a eleição.

Em seu discurso a deputada estadual, Francisca Primo demonstrou a sua indignação. “Venho trazer a público toda a minha indignação com essa situação envolvendo o município de Buriticupu que prejudica as crianças, adolescentes e o desenvolvimento social desta cidade. Uma vez que a eleição será realizada agora em março, sendo que essa questão está caótica e indefinida desde o mês de novembro do ano passado”, afirmou a deputada.

O Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente é instrumento da política municipal de atendimento dos direitos da criança e do adolescente e é gerido pelo Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), cabendo-lhe fixar as diretrizes, critérios e prioridades para a aplicação das disponibilidades financeiras existentes, nos termos do artigo 260 do estatuto da criança e do adolescente (lei federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990).

A parlamentar ainda em pronunciamento, comentou sobre o ano letivo que só voltará ao pleno funcionamento à partir do mês de março, prejudicando o sistema educacional do município que conta com um pequeno quadro de professores, mesmo após a realização de concurso público.

“Existe um concurso que foi realizado com vaga para 173 professores e apenas chamaram 83 do total das vagas prejudicando principalmente as crianças da educação infantil e fundamental menor. Lembrando que o concurso ainda não venceu e o município prefere contratar sem concurso ou seletivo, pois assim não tem obrigação de fazer o pagamento de todos os direitos trabalhistas”, enfatizou Francisca Primo.

Da Assessoria

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