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Pasmem, prefeito Léo Cunha pretende “torrar” a “bagatela” de mais de R$ 1 Milhão com Decoração de Natal

28/10/2021 às 13:19 em Sem categoria

Seria cômico, se não fosse trágico. O prefeito de Estreito, Leoarren Túlio de Sousa Cunha, o “Léo Cunha” pretende transformar a pequena cidade de Estreito, localizada no sul do Maranhão, na nova “Gramado do Nordeste”, em referência a cidade do Rio Grande do Sul que é conhecida por ter o “Natal Luz”, que atrai turistas de todas as partes do mundo.

Diante a uma crise financeira Nacional gravíssima, onde os preços da energia elétrica, alimentação e combustíveis estão nas alturas, esperava-se no mínimo que o gestor economizasse os recursos públicos para investir em questões mais importantes e necessárias. Más, em Estreito parece que a regra sempre será a uma exceção.

Cunha parece ter esquecido que uma boa parte da população do seu município, inclusive que votou nele, irá ficar sem ter sequer o que comer no Natal, enquanto ele (Léo Cunha) e outros políticos que “abocanham” altos salários, pagos com dinheiro público, vão está ostentando mansões, jóias, viagens, hotéis, bebidas caras e carros de luxo.

O valor é tão discrepante que basta fazer uma simples comparação com outras cidades, a exemplo de Campo Grande, capital do Estado do Mato Grosso do Sul, onde o valor gasto no Natal de 2020 foi pouco mais de R$ 500 mil reais, com previsão de R$ 1 milhão para 2021.

Agora pense no seguinte. Uma capital do porte de Campo Grande irá gastar o mesmo valor que Estreito pretende “torrar” com decoração de Natal. É no mínimo estranho.

Outro ponto que é importante salientar, é que trata-se de uma festa Natalina, ou seja, uma festa temporária, portanto logo após o Natal o dinheiro gasto se transforma apenas em mera lembrança.

Enquanto a farra com dinheiro público segue a passos largos, os professores daquele município não foram beneficiados com o pagamento de sua data base e progressões. O prefeito usa inclusive “a falta de dinheiro” como um dos motivos para não cumprir com sua obrigação para com a classe.

Dias atrás quando encaminhou o “projeto imoral” de reajuste da Contribuição de Iluminação Pública para a Câmara de Vereadores, se queixou de que a prefeitura tem gastado muito com a iluminação das ruas. Agora ele quer em plena crise hídrica, não só aumentar a conta e consumo, mas também usar dinheiro público para satisfazer seu ego. Vai entender!

Com a palavra, o Ministério Público do Estado do Maranhão!

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