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Pref. Léo Cunha vem negando os direitos dos professores de Estreito que podem entrar em Greve-Geral

15/06/2021 às 09:31 em Sem categoria

“Procrastinar, protelar, postergar, enrolar, ludibriar, empurrar com a barriga”, esse é o lema…

Os professores da rede Municipal de Ensino de Estreito bem que tentaram o diálogo com a atual gestão do Prefeito Léo Cunha. De acordo com o que apurou o Blog do Antônio Marcos, eles vem fazendo de tudo para solucionar o empasse de forma pacífica e amigável, enquanto o prefeito apenas “enrola”. Léo Cunha preferiu dizer que aguarda uma posição do Tribunal de Contas do Estado (TCE) em resposta a uma consulta feita por ele (Cunha) sobre o tema.

Até o momento não houve qualquer sinalização de que os professores terão seus direitos assegurados.

O Sindicato dos Professores daquele município está promovendo junto aos meios de comunicação da cidade, rodas de conversas para esclarecer a real situação a população, más a possibilidade de uma paralização geral não está descartada.

O representante dos educadores (sindicato) vem agindo de forma que não prejudique o ano letivo dos alunos, más já está programada manifestação e ações na justiça, em defesa dos direitos dos professores que lutam dia após dia nas salas de aula. Foi publicado um comunicado, onde durante a semana será feito uma agenda em sites e outros meios de comunicação para esclarecer a população sobre os últimos acontecimentos.

A maioria dos moradores de Estreito apoia qualquer atitude que vier a ser tomada pelos professores. Todos sabem que não houve resposta positiva para os professores e uma eventual paralisação e/ou manifestações teriam o apoio da grande parte da população.

Os professores estão sem entender ou saber como agir, acreditando ainda que algo vai acontecer. Eles não perceberam talvez que o diálogo termina com o não expressamente dado por Léo Cunha. Adianta entrevista, comunicar a população sendo que o prefeito não quer pagar o que é de direito aos professores?

O tal plano de comunicação para a população busca apenas ganhar tempo, para que os vereadores que dizem estar do lado dos professores tentem uma solução, com medo de que os profissionais da educação percebam a “enrolação” a qual foram submetidos dentro da câmara. Tais Bueno, a principal responsável por garantir que o prefeito iria solucionar o problema e dizer que os vereadores estão do lado dos professores, não tem coragem sequer de cobrar o prefeito de forma dura para que seja feito imediatamente o pagamento daquilo que é dos professores.

Taís Bueno pediu na ocasião 3 (três) dias para a reposta, que só chegou após vários dias. Na teoria a vereadora diz que está do lado da educação, más na prática não faz nada em prol da classe. Reuniões que nada adiantaram não podem ser encaradas como atitude de apoio aos professores, Tais Bueno poderia se juntar ao vereador Pedro Pacheco (aquele eleito pelos professores) e Joacy e dizer ao prefeito que este irá perder o apoio caso não pague os professores, más essa é uma posição que jamais se pode esperar por parte deles.

A classe precisa reagir, mostrar até mesmo para quem está organizando essas ações sem qualquer efeito, que eles não estão com medo do atual gestor, que o prefeito precisa aceitar pagar urgentemente os professores. Caso o sindicato não aceite tal posição, que se reúnam e apurem porque uma posição tão discreta está sendo tomada.

Os que estão a frente na sua maioria tem interesse de viés político, muitos tem familiares trabalhando na prefeitura, em cargos de confiança, isso pode explicar algumas coisas estranhas.

Os professores que durante a campanha de Léo Cunha o apoiaram deveriam agora aparecer e explicar para os demais como essa “celeuma” será solucionada. Os educadores não podem ficar quietos e aceitar medidas que buscam “abafar o caso”. O tempo voa e as contas batem a porta.

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