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“Crise entre poderes executivo, legislativo e judiciário prejudica população”, diz vereador Jarlis Adelino

12/06/2015 às 10:17 em Política

JarlisEm discurso proferido na Tribuna da Câmara Municipal de Açailândia, o vereador Jarlis Adelino (PT) falou da situação de abandono em que a prefeita afastada Gleide Santos (PMDB) deixou o município, atualmente administrado pelo prefeito Juscelino Oliveira.

Durante sua fala o parlamentar também disse que Açailândia vive uma “crise entre os poderes executivo, legislativo e judiciário” o que segundo ele é “horrível”, pois afeta diretamente a população.

Jarlis destacou também o índice elevado de desemprego que acaba comprometendo a renda de centenas de pais de famílias, que vinham sendo perseguidos pela ex-gestora do município.

O parlamentar que assumiu o cargo recentemente já sinalizou a intenção de fazer um grande trabalho, voltado para a população.

 Veja a integra do discurso:  

Açailândia hoje vive uma “crise entre os três poderes Executivo, Legislativo e Judiciário”. Os parlamentares eleitos pelo povo através do voto ficaram impossibilitados de executar a soberania Constitucional, impedidos pela uma liminar judicial. O reflexo disso passa na vida de cada um de nós e de todos seus munícipes. A população Açailandense está sofrendo e pagando caro pelos desmandos da gestão da Prefeita Gleide Santos (PMDB).

Saúde

Na Saúde não tem Médicos suficientes para atendimentos e em conseqüência disso não são realizados, exames, faltam remédios ambulâncias equipadas para atendimento emergenciais graves, não temos UTI, Hospital Infantil, Hospital da Mulher e Hospital do Idoso, temos filas enormes, que maltrata a saúde de todos nos, que vem matando o nosso povo, dia a dia. Quando não mata por falta de atendimento médico e hospitalar, o povo morre de raiva pela demora, enfim a Assistência a Saúde Pública que é um direito de todos, simplesmente não existe em nossa cidade. 

Educação

Na Educação, temos ótimos profissionais, más falta estrutura física e a básica, como por exemplo, merenda escolar. Falta o compromisso do calendário anual de ensino a ser cumprido rigorosamente pelo poder executivo. Os projetos esportivos foram abandonados. Não existe uma campanha cultural permanente patrocinada pelo Município que se destaque na Região, a não ser as quadrilhas juninas que realizam suas apresentações praticamente por suas próprias forças, advindas das tradições regionais.

Segurança Pública

Na Segurança, estamos vivendo uma das piores fases do nosso Município, pois além dos roubos e furtos, estão cometendo assassinatos em plena luz do dia e isso acontece todo momento.

infra-estrutura

Na Infra-estrutura, hoje praticamente tornou-se uma via cruz transitar nas Ruas dessa cidade, tanto no Centro da cidade como nos bairros, até mesmo á pé! Fica difícil. Os povoados mais distantes localizados na zona rural estão totalmente esquecidos, políticas sociais do Governo Federal desrespeitadas, como no programa da secretaria de agricultura familiar, onde não se cumpre as metas estipuladas pelo governo Federal referente às ações sociais que deveriam ser aplicas para que o povo tenha acesso a  melhores  condições de vida.

Sem contar com o desemprego que se instalou no Município de Açailandia nos últimos meses, tendo como centro principal o desemprego nas indústrias Siderúrgicas, o que acarreta desempregos em cadeia em todos os setores econômicos da nossa cidade.

Perseguições

Perseguições do poder executivo para com os trabalhadores e pais de famílias dessa cidade provocaram problemas em vários setores econômicos, como por exemplo, os trabalhadores do Matadouro Municipal, sem plano de gestão, muitos deles tiveram suas rendas comprometidas, perdendo seu meio de sustento, sem falar na cadeia produtiva do abate do gado, onde voltamos a ter em nossas mesas o conhecido “boi da moita”, os açougueiros ficaram prejudicados quando foram suspensas as atividades do matadouro antigo, com isso o preço da carne no município subiu de forma absurda.

O Mercado Municipal está sendo a bola da vez, queriam a qualquer custo tirar os trabalhadores que ali sustentam suas famílias há anos, sem apresentar um plano de gestão para os feirantes, sem dar um prazo para a conclusão da “bendita reforma” e ainda uma garantia que iriam receber o seu local de trabalho de volta. Somos todos a favor da reforma, somos conhecedores que o mercado precisa se modernizar. Devemos ter respeito com os trabalhadores que dali tiram seus sustentos.

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