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Campanha “João Cidadão” é lançada pelo Conselho Nacional do MP

24/06/2015 às 14:16 em Justiça

joaocidadao“Tudo começa com a educação. Temos de regar a semente para, no futuro, haver uma sociedade melhor e mais justa. E ao se atingir o público-alvo da campanha, que são os jovens, haverá mudança de paradigma das novas gerações”. Afirmou o presidente do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), Rodrigo Janot, durante o lançamento da campanha “João Cidadão”, ocorrida nesta terça-feira, 23 de junho, na sede do Conselho, em Brasília/DF. A campanha tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da cultura de direitos humanos no Brasil e aproximar o Ministério Público da sociedade.

A campanha “João Cidadão” pretende divulgar conteúdo formativo e informativo sobre os direitos de todos os cidadãos, por meio de uma abordagem bem-humorada e dinâmica, apta a aproximar a sociedade – e principalmente os jovens – do debate sobre a cidadania. As informações e o conteúdo explicativo sobre os temas abordados na campanha estão publicados no Facebook (www.facebook.com/joaocidadaooficial) e no hotsite www.cnmp.mp.br/joaocidadao.

O evento contou com a presença de várias autoridades, como o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a presidente em exercício do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Laurita Vaz, o senador Valdir Raupp (PMDB-RR), conselheiros e membros auxiliares do CNMP e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), procuradores-gerais de Justiça, membros do MP brasileiro e da Secretaria da Reforma do Judiciário.

A promotora de justiça Érica Ellen Beckman da Silva, da Comarca de Morros, representou o MPMA na solenidade. As ações da campanha no Maranhão serão coordenadas pelo Centro de Apoio Operacional de Defesa da Educação (CAOp/Educação). “O Ministério Público do Maranhão já aderiu à campanha e vai realizar uma série de ações para difundir a consciência do exercício dos direitos fundamentais”, afirmou.

Por sua vez, o conselheiro e presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Fundamentais (CDDF) do CNMP, Jarbas Soares Júnior, afirmou que o Conselho tem de ter viés social, “auxiliar o Ministério Público brasileiro na promoção dos direitos humanos. Além disso, a campanha vem trazer ao jovem o papel da instituição”.

Para o promotor de Justiça do Estado do Paraná e membro colaborador da CCDF, Eduardo Cambi, é fundamental que haja o engajamento dos membros do MP para que a campanha tenha os resultados alcançados. Cambi citou a parceria com o Ministério da Justiça, com a Fundação Pedro Jorge, com jornal Gazeta do Povo, com a Secretaria Nacional de Justiça e com a Organização das Nações Unidas (ONU) e salientou a existência do Comitê Gestor, canal importante para levar o projeto aos 14 mil membros do MP brasileiro. “Precisamos de multiplicadores e de cidadãos conscientes de seus direitos”.

De acordo com o membro auxiliar da CDDF Luciano Ávila, o “João Cidadão” é um projeto de diálogo com a juventude. “A proposta é despertar os jovens para a cidadania e para a discussão dos direitos fundamentais”. A idéia foi compartilhada por Juliano Napoleão, assessor da Comissão. Ele complementou que o Ministério Público é o protagonista na difusão da defesa desses direitos.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que pretende aprofundar cada vez mais a parceria com o Ministério Público, “que tem papel fundamental na construção da cidadania. Tenho orgulho por ser parceiro do Ministério Público”.

Durante o evento, foi exibida mensagem do ministro da Educação, Renato Janine. Ele asseverou que a questão dos direitos humanos é essencial para a democracia. “Muito importante os jovens aprenderem quais direitos devem ser reivindicados”.

De acordo com o procurador federal dos direitos do cidadão, Aurélio Rios, a campanha “João Cidadão” terá a oportunidade de criar uma cultura de paz nas redes sociais, “para ter um país com menos ódio e menos ressentimentos”.

Luciana Loureiro, procuradora da República e diretora-geral da Fundação Pedro Jorge, elogiou o lançamento da campanha. Para ela, o “João Cidadão” tem o potencial de difundir entre os jovens, de forma lúdica, os direitos fundamentais. “O projeto ultrapassa a barreira da linguagem, que é próxima dos jovens. O Ministério Público Federal está disposto a colaborar. Essa cooperação vai proporcionar que se colham grandes frutos”.

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