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Pref. do Brejão “peita a justiça” e mantêm 70% de funcionários contratados para garantir votos…

27/09/2016 às 10:13 em Política
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Prefeito ficou conhecido pela sua arrogância e descumprir ordem judicial  

O prefeito de São Francisco do Brejão, José Osvaldo Farias (PRB), o “Zé Doia” que ficou conhecido por sua arrogância e não cumprir ordem judicial, continua “peitando a justiça” e fazendo todo tipo de manobra para se manter no poder.

Doia assinou um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com Ministério Público sobre contratação irregular de pessoal, mas não cumpriu e por essa razão foi proposta contra a Prefeitura Municipal uma ação de obrigação de fazer (1761/2016), em tramitação na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Açailândia, cumulada com multa diária de R$ 500,00 (quinhentos reais), fora a já imposta no termo de R$ 5.000 (cinco mil reais), por item descumprido.

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TAC firmado entre prefeitura e Ministério Publico não foi cumprido

Mesmo com todas as implicações, Zé Doia não chamou nenhum concursado, mesmo após a homologação do concurso público ele mantém mais de 70 % da folha de pagamento com contratação irregular, inclusive de parte de sua família (esposa, filhos, cunhadas, nora e etc.).

Já ouviu o dito popular que a justiça tarda mais não falha?, pois é…, toda a “lambança”feita pelo gestor resultou numa ação contra sua pessoa de improbidade administrativa (1760/2016) em tramitação na 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Açailândia, que deve ser julgada procedente e cassar seus direitos políticos, por haver provas irrefutáveis das alegações apresentadas pelo Ministério Público Estadual.

Se condenado, caso vença as eleições o mesmo poderá não assumir o cargo e ainda ressarcir os cofres públicos pela má gestão e pelo ímpeto de a qualquer custo se manter no poder.

O prefeito que também é conhecido como “MÃO DE VACA”, quando se trata do erário público não tem feito o balanço contábil dos gastos. Para que se tenha uma ideia, são salários vultosos de até R$ 10.000,00 (dez mil reais) pagos a assessores em “troca de voto”.

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Com a palavra, o Ministério Público e poder judiciário! 

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